terça-feira, 17 de abril de 2012

A FAMÍLIA AUMENTOU!

Oi Família

Meus Deus tinha até esquecido do Blog. Se não fosse o Dilson Jr. me "acordar" enviando o link para o Facebook...! Como o tempo passa rápido! E nós tão focados com o aumento da família, então nem me dei conta que já estamos em abril!
Deixa eu contar. Dia 24 de março o Bruno casou com a Thais numa festa pequena, mas deliciosa. Estavam nossos irmãos e cunhados, alguns amigos do coração e muitos amigos dos noivos. Foi marcante o momento dos votos dos noivos. O pastor caprichou na sua fala. Foi emocionante! Assim que as fotos estiverem disponíveis colocarei o link do álbum.
Dia 04 de abril nasceu o Otávio. Filho do Érico e Carolina. Nem dá para descrever a emoção. Nasceu grande e forte.

Vejam como é lindo!

 

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

PIQUE NIQUE NAS DUAS PONTES

Oi Família

Quanto tempo heim! Estou fazendo a secretaria da Associação de Moradores do meu bairro e o tempo é cruel, passa rápido! Preciso de histórias. Mandem histórias. Não precisa ser antiga. Pode ser de ontem. Vejam só: ontem na tardinha estávamos reunidos , Érico e Carolina (grávidos),  Bruno e Thaís (noivos), Airton e Alda. Todos em volta da mesa lanchando e conversando sobre bebê e casamento. Estava uma delícia! Eu e o Airton só curtindo!

Esta foto é de um churrasco, vejam os espetos de madeira fincados no chão, eu não tenho certeza, mas acho que foi na festa de São Cristóvão que acontecia nas Duas Pontes, onde tem uma capela do Santo protetor dos motoristas. Deve ter sido em 1957.
(1) Tio Ciro, (2) Tia Alice, (3) Tia Tereca, (4) Tia Neusa, (5) alguém sabe?, (6) Emersom, (7) tio Didi, (8) Edson, (9) Vô David, (10 tia Alda, (11) Vó Yolanda, (12) Tia Neli.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Deu peste nas galinhas!?

Esta história é uma das mais lembradas e repetidas pela tia Neusa, tia Tereca e tio Alceu. Eles presenciaram bem aqueles fatos.
As galinhas eram criadas soltas no terreiro. No fim do dia a vó Yolanda chamava-as com um "piri piri..."e todas corriam, da onde estavam, para comer milho. Não raras as ocasiões que uma sumia e retornava alguns dias depois com uma ninhada de pintinhos. As chocas defendiam seus filhotes correndo atrás de quem chegasse perto de suas crias. No anoitecer elas se empuleiravam nas árvores e em completo silêncio dormiam até despertarem pela manhã bem cedo com um alarido. Durante o dia passavam siscando, catando pequenos insetos para um lanchinho. No galinheiro ficavam as que iam ser sacrificadas para o almoço de domingo. Alguns dias antes eram tratadas com comida especial.
Certo dia, porém as coisas sairam da rotina. As galinhas, ao invés de siscarem tranquilas, apresentavam um comportamento estranho. Ao andar, dobravam as pernas e se desiquilibravam. Deu peste nas galinhas. Alguma doença tinha atacado as bichinhas. A vó Yolanda já estava pensando em falar com a vizinhança para compartilhar sua descoberta. Todos tinham que observar sua criação e se for o caso sacrificar as doentes para não contaminar todo o "plantel" da redondeza.
Ela andava por ali ainda planejando suas ações, quando foi até a casinha do forno e lá observou que o balde onde ela tinha colocado as uvas no dia anterior estava virado e algumas uvas, ainda estavam no chão.
Era comum em Tangará o preparado de um aperitivo feito de cachaça e grãos de uva. Com o tempo o sabor da uva soltava dando um sabor todo especial na cachaça. Quando a pinga acabava, a uva, que estava com alto teor de alcool, era descartada. O garrafão era limpo para o novo preparo.
Bem, daí para chegar ao diagnóstico foi fácil. As galinhas estavam de porre! Tinham comido as uvas da cachaça!
O remédio para a "peste"? Só esperar passar! No outro dia tudo estava normal. As galinhas siscavam no terreiro novamente!
Não sei se porque foi engraçado ver as galinhas cambaleando ou se foi o alívio de elas não estarem pestiadas, mas o riso correu solto na família. Até hoje. É só lembrar que as gargalhadas voltam!

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Olá Família!

Quando vejo uma foto antiga me vem na lembrança algumas histórias. Esta foto eu desconhecia até o Marcelo me enviar, mas me lembro bem da situação vivida pela vó Yolanda. Ela já estava aguardando a volta do tio Ciro do Quartel do Rio de Janeiro, onde ele e o Valmari foram servir o exército em 58 ou 59. Preparava o quarto dele, as roupas, a sua comida preferida, enfim aquela recepção para receber o filho depois de um ano sem vê-lo. Então, chega uma carta dele dizendo que, assim que der baixa ele quer ir com as forças da ONU para o Canal de Suez. A proposta financeira era boa e o entusiasmo dos jovens primos maior ainda! As mães ficaram muito aflitas, pois as informações que davam a elas não eram nada animadoras. Qual é a mãe que vai deixar o filho ir para um lugar de conflito e insalubridade? Segundo essas informações os pracinhas que lá iam, voltavam muito debilitados, isso quando voltavam! Bem, a vó Yolanda escreveu uma carta argumentando que a família era mais importante que o dinheiro e que lá ele ia sofrer e não tinha ninguém para cuidar etc... etc...Para ele retornar assim que fosse liberado.
Os Jovens primos retornaram, mas como protesto fizeram esta foto bem significativa: dois cartazes o primeiro escrito Suez e Dolar com várias notas de mil cruzeiros (a cédula de maior valor na época), o outro cartaz escrito Tangará, o desenho de um coração que representava a família e um copo (isso realmente não sei o significado). A cédula era de um cruzeiro (de menor valor na época). 
Não importa a época, os jovens sempre querendo ousar demonstrando coragem. Foi bom eles não terem ido? Quem sabe!


sexta-feira, 24 de junho de 2011

Vô David é nome de rua em Tangará

Olá Família

Em Tangará morávamos numa casa de madeira no bairro Lageado do Apito (onde o trem apitava) em meio de um grande terreno. Neste terreno havia, além da casa, a horta da vó Yolanda, um pomar com várias frutas:  pera, laranja, bergamota, figo, jabuticaba, pêssego, pinhão e outras que nem me lembro. Era tão comum comer as frutas do quintal que nem dávamos impotância.
Tinha também os animais: galinhas, o porco (para futuro abate) e as vacas: a Figueira e a Mimosa. Elas ficavam soltas por um imenso gramado que chamávamos de "potreiro". No fim da tarde se dirigiam, sozinhas, para a estrebaria para serem ordenhadas pela vó Yolanda (eu ajudava).
Quando saimos de lá, este terreno foi vendido e transformado em um loteamento. - Urbanizaram o potreiro!
Uma das ruas foi batizada de Rua David Emílio Menoncin.

Numa das fotos vocês podem ver o prefeito Ernani Johann e a primeira dama Dirce Johann com a placa que receberam das mãos do tio Ciro no encontro de 1997. Na outra está a tia Neusa passeando pela dita rua.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Mais uma dos "vermelhos"

Oi Família
Mais uma foto dos "Vermelhos". Esta foi tirada no casamento da tia Alda e Airton no dia 10 de julho de 1976. Portanto no próximo mês faremos 35 anos de casados. Merecia uma festa, né?
Era um dia muito frio! Dá para ver nas expressões e nos gestos "encurujados".

segunda-feira, 30 de maio de 2011

OS VERMELHOS DA FAMÍLIA

Oi Família

Sempre que nos reuníamos era tirada a já tradicional foto dos vermelhos. Se juntavam os quatro vermelhos da família: Tio Ciro, tia Alda, Emerson e Maurício e alguém clicava. Geralmente era o tia Alceu, claro. Tinha muitas fotos, mas eu consegui encontrar duas. Uma em 62 (+ ou -) e a outra foi no casamento da Maria Helena em 1979. O Érico estava a caminho, quase chegando! Nesta foto está faltando o Emerson. Ele não estava na festa? Não me lembro. Se alguém tiver mais fotos dos vermelhos me enviem, por favor.
Outra foto tradicional é  das Irmãs Cajazeiras. Mas esta é para outra postagem!
Quanto a origem do ruivo em alguns da família, a vó Yolanda dizia que era do avô dela Pietro Merlin. Pai da mãe dela. Ela contava que quando ia no seu colo ficava passando a mão na barba dele que era bem ruiva. O lado Menoncin também tinhas seus ruivos como o Nelsinho do tio João. Enfim temos pra quem puxar!

Curtam as fotos